A escola diante da nova modalidade de violência “bullying”

A violência na escola é uma realidade que sempre existiu de acordo com RUOTTI apud Charlot 2006 p. 25 historicamente “o problema da violência escolar não é recente”, esse material tem como objetivo auxiliar pais, professores à definir e identificar os principais personagens do fenômeno bullying para uma melhor abordagem, visando aplicação de projetos anti – bullying que  auxiliem na redução da problemática.

É nessa convivência que pode haver conflitos, causada pela diversidade de alunos na escola, é importante lembrar que conflitos não são caracterizados como violência, mas quando mal resolvido pode chegar sim a violência verbal, física, psicológica, sexual e virtual para RUOTTI (2006, p. 125) “aqui, talvez, valesse ressaltar que conflitos nem sempre são sinônimos de violência. Como já vimos, a violência pode ser um dos desdobramentos do conflito, mas não é o único possível”.

A violência está em qualquer lugar com pessoas de qualquer idade,  acontecendo com maior frequência entre os adolescentes, que estão em conflitos internos e externos, causada pelo desenvolvimento biológico e psicológico passando de uma fase imatura para uma mais avançada, acarretando um medo do mundo dos adultos, onde criam barreiras de comunicação com os mesmos, para GRIFFA (2001, p.11)“adolescência vem de adolescencia, que significa período de crescer, de desenvolver – se. Está implícito no significado que é um período conflitivo ou de crise, um processo de mudança”.

A rebeldia dos adolescentes, que os adultos tanto falam, na maioria das vezes são causadas pelo inconformismo do mundo dos adultos e também pelo distanciamento afetivo da família, momento em que o adolescente busca uma independência, GRIFFA (2001, p. 23) “neste período, ocorre um distanciamento afetivo da família, que vai deixando de ser o centro da existência da pessoa. Nas tentativas de se tornar independente dos pais, são frequentes os atos de rebeldia contra eles e contra a autoridade em geral”

O universo bullying é um espetáculo trágico composto por personagens caracterizadas como vítimas, agressores e os espectadores, e é crucial para que sejam detectados. Esse espetáculo do fenômeno bullying é uma via de duas mãos, porque muitas vezes suas vítimas não se recuperam do trauma, e podem complicar ainda mais problemas já existentes, como SILVA 2010, p. 25 “a prática do bullying agrava o problema preexistente, assim como pode abrir quadros graves de transtornos psíquicos e ou comportamentais que, muitas vezes, trazem prejuízos irreversíveis”. As vítimas do fenômeno quando não superam as agressões sofridas tem diversos comportamentos de desconforto como exemplo: sintomas psicossomáticos, transtorno do pânico, fobia escolar, fobia social, transtornos de ansiedade generalizada e outros.

As escolas em geral precisam reconhecer que dentro delas existem atos de violência entre os próprios alunos, como também entre professor e aluno e aluno professor, porque através desse reconhecimento fica mais fácil identificar as personagens do bullying e começar a criar formas de combate, entre os projetos anti – bullying.

Não podemos combater definitivamente o bullying, mas podemos produzir formas, nos sensibilizar como fenômeno, trazendo para dentro da sala temas que valorizam a compreensão, compromisso e respeito ao próximo, tornando a mesma um lugar mais agradável e seguro.

Bartolomeu Pedro da Silva Neto
Psicopedagogo – Técnico

Indicações de Leitura:
SILVA, Ana Beatriz B. – Bullying: mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro, RJ: Objetiva, 2010.
GRIFFA, M. Cristina – Chaves para a Psicologia do desenvolvimento. São Paulo, SP: 2001.
RUOTTI, Caren,– Violência na escola: um guia para pais e professores/ Renato Alves, Viviane de Oliveira Cubas. São Paulo SP: Andhep Impressa Oficial do Estado de São Paulo: 2006.

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Instituto Consciência GO disponibiliza cinco vídeos sobre os cursos de Pós-Graduações na área da Educação.

Quando se procura uma instituição de ensino é preciso sim comparar o que você vai investir, mas também deve ser analisado o conjunto de serviços oferecidos: se os professores tem formação  e experiência profissional na sua área de atuação, se o material didático é disponibilizado ao aluno, meios eletrônicos como internet, mídias sociais, enfim é um conjunto de ações que devemos tomar para não nos arrependermos depois. Aliado a tudo isso é importante também observar a transparência dos serviços prestados pela instituição, o sistema de notas e acompanhamentos financeiros e de documentação.

Por isso, faça uma Pós-Graduação de excelência para enriquecer o seu currículo, ganhar mais destaque no competitivo mercado de trabalho e  implementar a sua carreira!


SEGUNDA

06/02

TERÇA

07/02

QUARTA

08/02

QUINTA

09/02

SÁBADO

04/02

SÁBADO

11/02

SAÚDE
18:30 às 22 h

18:30 às 22 h

18:30 às 22 h

SAÚDE
18:30 às 22 h

ALTERNADOS
8 às 17 h

ALTERNADOS
8 às 17 h

ENFERMAGEM DO TRABALHO
Veteranos
NEUROPEDAGOGIA

Para quem já tem pós – 8 meses
1º pós  - 13 meses
Nova turma

PSICOPEDAGOGIA

Veteranos

REGULAÇÃO EM SISTEMA DE SAÚDE

Nova turma

 

ED. ESPECIAL : AEE
8 MESES

Veteranos
Nova turma

 

PSICOPEDAGOGIA

Veteranos
Nova turma

ENFERMAGEM DO TRABALHO

Nova turma

PSICOPEDAGOGIA

Nova turma

EDUCAÇÃO INFANTIL E ALFABETIZAÇÃO

Veteranos
Nova turma

 

SAÚDE PÚBLICA E ESTRATÉGIA EM SAÚDE DA FAMÍLIA

Nova turma

ESPECÍFICA DE REDAÇÃO

 

LIBRAS
8 MESES

Nova turma
pré requisito libras I e II

 

 

Assista VÍDEOS RELEASES SOBRE PÓS-GRADUAÇÕES para 2012 http://www.youtube.com/icgcomunica

Matrículas abertas nas áreas de Saúde e Educação. Confira, pesquise e escolha com consciência!

(62)3224-7241/3224-8931/8538-3828.
Rua 96 número 57 Setor Sul. Próximo a Catedral.

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O novo slide das Pós-Graduações 2012 já está pronto e disponível para download!

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Boas Festas!!

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IMPLICAÇÕES DA INCLUSÃO NO PROCESSO PEDAGÓGICO. Saiba mais…

A Educação Especial tem sido motivo de críticas, discussões e avanços, em especial nas duas últimas décadas.

A formação é essencial para os avanços individuais e coletivos.

O Instituto Consciência GO oferece a Pós-Graduação de Educação Especial na Perspectiva do AEE, em oito meses. 720h.

Aprofunde seus conhecimentos sobre o assunto acesse a revista da UFG e leia o artigo IMPLICAÇÕES DA INCLUSÃO NO PROCESSO PEDAGÓGICO, de Luciana Pacheco Marques – Doutora em Educação pela Unicamp e professora da Universidade Federal de Juiz de Fora.

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Respeito à diversidade na escola comum: direito do aluno e dever da escola

Sou educadora, ou melhor, me faço educadora no processo de ir e vir constante da (re) construção do conhecimento, desde os dezessete anos. Nesta caminhada de muitas inquietudes e que tem sido alimentada de tantas esperanças, vê-se a escola comum ser desafiada a tornar-se um espaço de construção coletiva; onde os conhecimentos não são transmitidos, mas construídos/reconstruídos; onde as situações de aprendizagem  têm significado para os envolvidos; onde não há prova baseada na memorização, mas há um compromisso formal e político com a aprendizagem dos alunos. Nessa escola,  “a  escola do desejo” não há evasão e todos são comparados progressivamente consigo mesmo.

 

Esta escola em processo de construção, a partir da década de 1990, deveria também, ser capaz de acolher a todos e todas independente das suas diferenças dentro da chamada escola inclusiva, que tem como grande desafio: acolher e responder as necessidades de aprendizagem dos alunos com necessidades  educacionais especiais: conduta típica, síndromes, deficiências  físicas, intelectuais, visuais, múltiplas e superdotados.

 

Nas duas últimas décadas do século XX a tendência das políticas sociais foi a de fomentar a lutar contra a exclusão. Neste contexto, a inserção da educação teve e tem grande relevância. Em 1994, na Conferência Mundial sobre necessidades educativas Especiais: acesso e qualidade foram aprovados a Declaração de Salamanca, que reflete o consenso mundial sobre os futuros rumos dos serviços educativos especiais, ratificando a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), do direito à escola para todos, com igualdade de oportunidades para as pessoas com deficiência.

Este movimento de inclusão social, tendo como mediador a inclusão de todos na escola, vem ao longo dos anos, dando novos rumos às expectativas educacionais dos indivíduos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, uma vez que tem buscado, desde a década de noventa, incluir todos os alunos, sem distinção de condições linguísticas, sensoriais, cognitivas, físicas, emocionais, étnicas e socioeconômicas, na rede regular de ensino.

Tal inclusão, para ser realizada, necessita de transformações no sistema educacional como um todo, de recursos humanos capacitados e de atendimento especializado de forma a garantir, para além da inclusão, a permanência com qualidade e o sucesso de todos os educandos.

Diante desse fato, fica claro que a Educação Especial deveria realizar-se transversalmente, em todos os níveis de ensino – educação infantil, ensino médio, educação superior, – nas instituições escolares, cujo projeto, organização, prática pedagógica devem respeitar a diversidade do aluno e exigir diferenciação nos atos pedagógicos que contemplem as necessidades educacionais de todos.

Diante de todos esses fatos, fica evidente a necessidade e a pertinência de um Curso de Especialização Lato Sensu em EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DO AEE/ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO.

Tal Curso subsidiará diferentes profissionais da saúde e da educação, em especial, quanto à organização, planejamento e atuação na Educação Especial, mais especificamente na oferta do Atendimento Educacional Especializado, compatibilizando tais ações com avanços nos campos das Ciências e Tecnologia.

O Instituto Consciência GO (ICG), instituição de ensino goiana, fundada no final do ano de 2008, oferece este projeto dentre seus mais de vinte ofertas de cursos lato sensu. Visite o site www.institutoconscienciago.com.br

No ICG a educação é compreendida como uma prática social que não dissocia o ensino da aprendizagem, levando o aluno a saber pensar, criar, inovar, construir conhecimentos.

Professora Ms. Sandra Isabel Chaves

Diretora do ICG

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Referenciais para o Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente

Embora as políticas educacionais possam ser, em sua maioria, formuladas no nível do Ministério e das Secretarias de Educação, a forma como essas políticas são implementadas, bem como os seus resultados, são influenciados diretamente pelos agentes que as efetivam nas salas de aula – os professores. São eles que conduzem e mediam o processo de ensino-aprendizagem dos alunos diariamente, e devem receber toda a atenção se, de fato, pretende-se buscar um ensino que forme alunos com plena cidadania e igualdade de oportunidades.

Para garantir bons professores em sala de aula “a qualidade de um sistema educacional não pode exceder a qualidade de seus professores” – afirmou um gestor educacional sul-coreano em uma entrevista para o relatório da consultoria McKinsey & Company.

Segundo estudo da OCDE sobre políticas para o magistério, a prioridade geral dos gestores educacionais deveria ser definir de forma clara e concisa o que se espera em relação aos conhecimentos e habilidades dos professores, ou seja, definir padrões para um bom professor. Embora essa não seja uma tarefa simples, a idéia é que a definição desses padrões proporcione um marco para orientar as políticas de seleção, formação, avaliação e desenvolvimento na carreira do magistério.

Diversos países caminharam nessa direção, estruturando padrões para a profissão docente. E, por mais diferentes que sejam os seus contextos sociais e sistemas educacionais, bem como a forma como avaliam os padrões docentes, diversos fatores que compõem o perfil de um bom professor são recorrentes entre os países, tais como:

1. Domina os conteúdos curriculares das disciplinas que leciona, o que inclui a compreensão de seus princípios e conceitos.

2. Conhece as características de desenvolvimento dos alunos, suas experiências e contexto em que vivem, e como esses fatores afetam sua aprendizagem.

3. Domina a didática das disciplinas que ensina, incluindo diversas estratégias e atividades de ensino.

4. Domina o currículo ou as diretrizes curriculares das disciplinas que leciona.

5. Organiza os objetivos e conteúdos de maneira coerente com o currículo, os momentos de desenvolvimento dos alunos e seu nível de aprendizagem.

6. Seleciona recursos de aprendizagem de acordo com os objetivos de aprendizagem e as características de seus alunos.

7. Seleciona estratégias de avaliação coerentes com os objetivos de aprendizagem, a disciplina que ensina e o currículo, permitindo com que todos os alunos demonstrem o que aprenderam.

8. Estabelece um clima favorável para a aprendizagem, baseado em relações de respeito, equidade, confiança, cooperação e entusiasmo.

9. Manifesta altas expectativas em relação às possibilidades de aprendizagem e desenvolvimento de todos os seus alunos.

10. Estabelece e mantém normas de convivência em sala de aula, de modo que os alunos aprendam a ter responsabilidade pela sua aprendizagem e a dos colegas.

11. Demonstra valores, atitudes e comportamentos positivos e promovem o desenvolvimento deles pelos alunos.

12. Comunica-se efetivamente com os pais de alunos , atualizando-os e buscando estimular o seu comprometimento com o processo de ensino aprendizagem dos alunos.

13. Aplica estratégias de ensino desafiantes e coerentes com os objetivos de aprendizagem e com os diferentes níveis de aprendizado dos alunos.

14. Utiliza métodos e procedimentos que promovem o desenvolvimento do pensamento e da busca independente do conhecimento.

15. Otimiza o tempo disponível para o ensino, garantindo o máximo de aprendizagem de cada aluno durante toda a duração da aula.

16. Avalia e monitora o processo de compreensão e apropriação dos conteúdos por parte dos estudantes.

17. Busca aprimorar seu trabalho constantemente a partir de diversas práticas, tais como: a reflexão sistemática de sua atuação, a auto-avaliação em relação ao progresso dos alunos, as descobertas de pesquisas recentes sobre sua área de atuação, e as recomendações de supervisores , tutores e colegas.

18. Trabalha em equipe com os demais profissionais para tomar decisões em relação à construção e/ou implementação do currículo e de outras políticas escolares.

19. Possui informação atualizada sobre as responsabilidades de sua profissão, incluindo aquelas relativas à aprendizagem e ao bem -estar dos alunos.

20. Conhece o sistema educacional e as políticas vigentes.

Esses padrões ressaltam a importância da valorização da identidade do professor como alguém que necessita de conhecimentos e habilidades específicos para seu exercício profissional, os quais não podem ser substituídos por mera boa vontade ou pelo desejo de trabalhar com crianças.

Pensando nisto invista na capacitação de seus funcionários com os cursos do  Instituto Consciência GO!

 

Veja o texto completo pelo link.

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Instituições consolidadas oferecem serviços de qualidade

A escolha de qualquer tipo de serviço é feita cotidianamente em nossas vidas, seja para o carro, compras em supermercado, seja em lojas ou mesmo para aprimorarmos o nosso conhecimento.  Está em nossas mãos o poder da escolha. Esse olhar crítico é naturalmente aplicado à nossa formação educacional. A instituição não pode ser escolhida levando-se em conta apenas investimentos financeiros.

Quando se procura uma instituição de ensino é preciso sim, comparar o que você vai investir, mas também deve ser analisado o conjunto de serviços oferecidos: se os professores tem formação  e experiência profissional na sua área de atuação, se o material didático é disponibilizado ao aluno, meios eletrônicos como internet, mídias sociais, enfim é um conjunto de ações que devemos tomar para não nos arrependermos depois. Aliado a tudo isso é importante também observar a transparência dos serviços prestados pela instituição, o sistema de notas e acompanhamentos financeiros e de documentação.

Outro detalhe sério: busque referência da instituição que oferecerá os serviços que você deseja.  Saiba como o mercado vê seu título!!! Instituições sérias respeitam o aluno, o seu investimento e trabalham com calendários prévios, aulas presenciais, seminários, enfim a troca e o dialogo são condições para a execução dos serviços.

Por isso, faça uma Pós-Graduação de excelência para enriquecer o seu currículo, ganhar mais destaque no competitivo mercado de trabalho e quem sabe, implementar a carreira de estudos que é a especialização, também conhecida como pós-graduação lato sensu.

Hoje, conforme dados nacionais, o país passou da 15ª para a 13ª posição no ranking das nações com maior volume de produção acadêmica.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o Brasil possui mais de 8.866 cursos deste tipo de pós-graduação, sendo a maior parte (89,5%) ministrada em Instituições de Ensino Superior (IES) particulares, de acordo com dados mais recentes,  a região Sudeste concentra o maior número de cursos ofertados (4.955) seguida por Centro-Oeste e Nordeste (1.232 e 1.224 cursos, respectivamente). E naturalmente Goiás é um dos alavancadores desta estatística.

As exigências da Resolução CNE/CES nº1, de 8 de junho de 2007, para os cursos de Pós-Graduação diz: Oferecer carga mínima de 360 horas; Autorizar apenas a admissão dos graduados em curso superior; Contratar um corpo docente constituído por, pelo menos, 50% de professores com mestrado ou doutorado obtidos em programas stricto sensu reconhecidos – o restante deve ter no mínimo uma especialização; A instituição que oferece as aulas deve ser diretamente responsável por todo o curso oferecido, na área em que possui competência, experiência e capacidade instalada.

Uma boa formação garante profissionais mais motivados na sua área de atuação, capazes de diferenciar um convívio dentro e fora do seu espaço profissional.

Confira, pesquise e escolha com consciência!

 

Mestre Sandra Isabel Chaves

Professora do Ensino Superior – Graduação e Pós – Graduação. É Diretora Pedagógica do Instituto Consciência GO, Coordenadora dos Cursos de Especialização Lato Sensu em Educação Especial na Perspectiva do Atendimento Educacional Especializado e do Curso de Libras.

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O PAPEL DA ESCOLA NO COMBATE A EXCLUSÃO E A NECESSIDADE DE FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

Frente às mudanças que ocorrem no mundo, a educação, como uma ferramenta de transformação social, precisa exercer duplo papel. Por um lado, continuar difundindo os conhecimentos culturalmente constituídos, bem como transformá-los e reconstruí-los, de outro, estar comprometida com a formação do cidadão crítico, participativo, dinâmico e criativo, para que este possa responder de forma adequada às demandas cada vez mais complexas da sociedade em constante movimento.

Nesta perspectiva é urgente a universalização do atendimento educacional com qualidade. Esse movimento de inclusão busca, desde a década de noventa, incluir todos os alunos, sem distinção. Tal inclusão, para ser realizada, necessita de transformações no sistema educacional e, principalmente, de recursos humanos capacitados. A formação continuada dos profissionais da educação é fundamental para o sucesso desse desafio.

A Lei de Diretrizes e Bases – LDB 9394/96 (Artigos 58, 59 e 60) traz elementos norteadores para esta transformação requerida pelas escolas, pois define a Educação Especial como uma modalidade de educação escolar, que deve ser realizada transversalmente em todos os níveis de ensino: educação infantil, ensino médio e educação superior, nas instituições escolares, cujo projeto, organização e prática pedagógica devem respeitar a diversidade do aluno e exigir diferenciação nos atos pedagógicos que contemplem as necessidades educacionais de todos: surdos, disléxicos, transtornos globais do desenvolvimento, Déficit de Atenção e Hiperatividade, Deficientes Visuais, Deficientes Intelectuais, Dificuldades de aprendizagem, dentre outros.

Associando-se a estes pressupostos, a Lei nº. 10.436/2002 dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, garante a inclusão do ensino de Libras, como disciplina, nos cursos de Educação Especial, Fonoaudiologia e Magistério, em nível médio e superior (Cursos de Licenciatura e Pedagogia).

A referida Lei é regulamentada pelo Decreto nº. 5.626/2005, a qual amplia ainda mais a possibilidade da inserção da disciplina de LIBRAS, em caráter optativo nos demais cursos de Educação Superior. Esta regulamentação tem valor significativo visto que o Brasil possui 5,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva ou surdez. Segundo o IBGE são aproximadamente, 24,5 milhões de brasileiros que apresentam algum tipo de deficiência, sendo 14,5% da população total.

Respondendo a esta real demanda de atendimentos inclusivos, em especial aos surdos e a necessidade de formação de recursos humanos, que atendam com qualidade e competência, o Instituto Consciência GO oferece cursos de Pós-Graduações nas áreas especificas de LIBRAS e Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Realiza também palestra, com o professor Dr. José Carlos Libâneo, intitulada Dilemas da Prática Pedagógica Hoje: Ênfase nos Conteúdos ou na Integração Social dos Alunos? Dia 20 /10/2011, na Câmara Municipal de Goiânia. Inscrição: www.institutoconscienciago.com.br (062) 3224 8931 ou 3224 7241

Ms. Sandra Isabel Chaves

Diretora do Instituto Consciência GO

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Pós-Graduação em Educação Infantil e Alfabetização. 720h 13 meses. Quartas feiras das 18:30h às 22h- Setor Sul.

A Pós – Graduação em Educação Infantil e Alfabetização trabalha com disciplinas que irão contemplar a importância das brincadeiras, brinquedos e jogos que fazem parte do mundo da criança. Esta reflexão é muito importante visto que o Educador precisa compreender que por meio das atividades lúdicas a criança passa a perceber e aceitar o outro estabelecendo relações sociais, construindo conhecimentos e desenvolvendo-se integralmente. As atividades lúdicas contribuem para o desenvolvimento global da criança em todas as suas dimensões: cognitiva, afetiva, motora e social.

Ainda nesta Pós, trabalha-se com a questão da alfabetização, compreendida como capacidade de interpretar, compreender, criticar, resignificar e produzir conhecimento.

Na mediação entre a Educação Infantil e a Alfabetização é necessário ao acadêmico a compreensão de que este processo  passa por atividades diversas: reconhecimento da sonoridade das palavras, identificando semelhanças e diferenças entre os termos; manuseiam de todo tipo de material escrito como revistas, gibis, livros, fascículos, leituras e de diferentes tipos de produções individuais e coletivas.

A alfabetização de um indivíduo decorre de inumeras mediações e  interações sociais, e esta possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas, acesso a bens culturais e facilidades oferecidas por instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do exercício da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.

 

Discussões acadêmicas e análise de diferentes práticas darão o tom desta Pós – Graduação. O acadêmico será certificado com duas titulações:  Educação Infantil e Alfabetização!

 

 

MATRÍCULAS ABERTAS. INÍCIO IMEDIATO Acesse!

QUARTAS FEIRAS DAS 18:30H ÁS 22H – 720H 13 MESES

 

Qualifique-se e assegure o direito de aprendizagem e desenvolvimento integral do aluno e amplie seu potencial de trabalho!

 

(62) 3224-7241/3224-8931/8538-3828.
Rua 96 número 57 Setor Sul. Próximo a Catedral.

Salas climatizadas, equipamentos modernos e atendimento personalizado.

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