Validade dos Diplomas Obtidos no Mercosul

 

O intercambio com os países do MERCOSUL é realidade. Na contemporaneidade estuda-se no Brasil ou em Países do Mercosul  e há um reconhecimento  e validade de títulos entre os Países  envolvidos. Considerando que o Congresso Nacional aprovou, por meio do DECRETO LEGISLATIVO Nº 800, de 23 de Outubro de 2003, o texto do Acordo de Admissão de Títulos e Graus Universitários para o Exercício de Atividades Acadêmicas nos Estados Partes do Mercosul, celebrado em Assunção em 14 de junho de 1999.  Fato este comprovado pelo  DECRETO  PRESIDENCIAL Nº 5.518, DE 23 DE AGOSTO DE 2005,  que promulga sua  execução  devendo ser  cumprido tão inteiramente como nele se contém.

 

Apresenta-se ainda, artigo do professor Alceu Ferreira Nunes, Professor em Caxias do Sul (RS), doutorando em Ciências Sociais que traz esclarecimentos à respeito do tema: “ Em conclusão, parece não remanescer mais dúvidas de que os títulos de graduação e pós-graduação obtidos nos Estados Partes firmatários do Acordo em questão são admitidos e válidos por si, unicamente para as atividades de docência e pesquisa nas instituições superiores, desde que as instituições e principalmente os cursos que deram origem a esses títulos sejam legalmente reconhecidos naquele Estado-parte.”

Leia na íntegra pelo link:

Validade dos Diplomas Obtidos nos Países do Mercosul

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Qual é a diferença entre o mestrado acadêmico e o mestrado profissional?

CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior

MESTRADO EM ASSUNCIÓN- PARAGUAI.

ICG firma convênio com a Universidad Del Norte em Assunción- Paraguai na área da Saúde Pública, Administração Hospitalar e Educação. Os estudos serão desenvolvidos no exterior, em Asunción no Paraguay, na modalidade presencial e intensiva em julho (30 dias) e janeiro (15 dias) na sede da Universidade. A carga horária do Programa de Mestrado é de 900 horas/aulas, atendendo as exigências legais. Para saber mais ligue: (062) 3224 8931 ou 3224 7241.

 

 

“Mestrado Profissional” é a designação do Mestrado que enfatiza estudos e técnicas diretamente voltadas ao desempenho de um alto nível de qualificação profissional. Esta ênfase é a única diferença em relação ao acadêmico. Confere, pois, idênticos grau e prerrogativas, inclusive para o exercício da docência, e, como todo programa de pós-graduação stricto sensu, tem a validade nacional do diploma condicionada ao reconhecimento prévio do curso (Parecer CNE/CES 0079/2002).

O Mestrado Profissional responde a uma necessidade socialmente definida de capacitação profissional de natureza diferente da propiciada pelo mestrado acadêmico e não se contrapõe, sob nenhum ponto de vista, à oferta e expansão desta modalidade de curso, nem se constitui em uma alternativa para a formação de mestres segundo padrões de exigência mais simples ou mais rigorosos do que aqueles tradicionalmente adotados pela pós-graduação.

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) é responsável por regular a oferta de programas de mestrado profissional por meio de chamadas públicas e avaliar os cursos oferecidos. A regulamentação que pretende incentivar essa modalidade foi publicada no dia 23 de junho no Diário Oficial da União pelo Ministério da Educação (MEC). A PORTARIA NORMATIVA N 7, DE 22 DE JUNHO DE 2009 tem como objetivo regulamentar o mestrado profissional, modalidade esta que estava sem regulamentação no país.

São basicamente três diferenças em relação ao mestrado acadêmico:

- O Artigo 6º diz que: “As propostas de cursos de mestrado profissional serão apresentadas à Capes mediante preenchimento por meio eletrônico via internet do Aplicativo para Cursos Novos – Mestrado Profissional (APCN-MP), em resposta a editais de chamadas públicas ou por iniciativa própria das instituições, dentro de cronograma estabelecido periodicamente pela agência.” OBS: veja que antes as propostas de cursos de mestrado profissional eram apresentadas e avaliadas no mesmo formato do Mestrado Acadêmico, agora terão um aplicativo e avaliação específicos. Como você pode ver no Artigo 9º: “A análise de propostas de cursos, bem como o acompanhamento periódico e a avaliação trienal dos cursos de mestrado profissional, serão feitas pela CAPES utilizando fichas de avaliação próprias e diferenciadas.”

- A segunda mudança está relatada à frente. O parágrafo 1º da alínea IX do Artigo 7º tem a seguinte redação: “O corpo docente do curso deve ser altamente qualificado, conforme demonstrado pela produção intelectual constituída por publicações específicas, produção artística ou produção técnicocientífica, ou ainda por reconhecida experiência profissional, conforme o caso.”

- A terceira mudança é com relação ao trabalho de conclusão final. Antes da portaria normativa, os trabalhos deveriam ser apresentados em formato de dissertação, como nos mestrados acadêmicos. Agora, o 3º parágrafo da alínea IX do Artigo 7º diz o seguinte: “O trabalho de conclusão final do curso poderá ser apresentado em diferentes formatos, tais como dissertação, revisão sistemática e aprofundada da literatura, artigo, patente, registros de propriedade intelectual, projetos técnicos, publicações tecnológicas; desenvolvimento de aplicativos, de materiais didáticos e instrucionais e de produtos, processos e técnicas; produção de programas de mídia, editoria, composições, concertos, relatórios finais de pesquisa, softwares, estudos de caso, relatório técnico com regras de sigilo, manual de operação técnica, protocolo experimental ou de aplicação em serviços, proposta de intervenção em procedimentos clínicos ou de serviço pertinente, projeto de aplicação ou adequação tecnológica, protótipos para desenvolvimento ou produção de instrumentos, equipamentos e kits, projetos de inovação tecnológica, produção artística; sem prejuízo de outros formatos, de acordo com a natureza da área e a finalidade do curso, desde que previamente propostos e aprovados pela Capes”.

A regulamentação do mestrado profissional pretende atender às seguintes necessidades:

Necessidade de estimular a formação de mestres profissionais habilitados para desenvolver atividades e trabalhos técnico-científicos em temas de interesse público;

Necessidade de identificar potencialidades para atuação local, regional, nacional e internacional por órgãos públicos e privados, empresas, cooperativas e organizações não governamentais, individual ou coletivamente organizadas;

Necessidade de atender, particularmente nas áreas mais diretamente vinculadas ao mundo do trabalho e ao sistema produtivo, a demanda de profissionais altamente qualificados;
Possibilidades a serem exploradas em áreas de demanda latente por formação de recursos humanos em cursos de pós-graduação stricto-sensu com vistas ao desenvolvimento socioeconômico e cultural do país;

Necessidade de capacitação e treinamento de pesquisadores e profissionais destinados a aumentar o potencial interno de geração, difusão e utilização de conhecimentos científicos no processo produtivo de bens e serviços em consonância com a política industrial brasileira;

Natureza e especificidade do conhecimento científico e tecnológico a ser produzido e reproduzido;
Relevância social, científica e tecnológica dos processos de formação profissional avançada, bem como o necessário estreitamento das relações entre as universidades e o setor produtivo.

 

Mestrado é no ICG!
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A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DO FLUXO ASSISTENCIAL ATRAVÉS DA REGULAÇÃO DE SISTEMAS DE SAÚDE

Introduzir ações de regulação em um sistema de saúde requer um diagnóstico apurado de uma série de processos e fluxos que estão necessariamente ligados à assistência, às ações de controle e de avaliação.

Inicialmente, deve-se conhecer a estrutura do processo assistencial na atenção básica, buscando apurar o conhecimento sobre o perfil epidemiológico da população, fator decisivo na definição de prioridades para as ações reguladoras. Levantar e mapear a população que este sistema de saúde pretende atingir, os seus fluxos, conhecer a abrangência da Estratégia de Saúde da Família e a situação cadastral dessa população, também têm um papel importante nas ações de planejamento da regulação.

O levantamento da estrutura, fluxos e capacidade resolutiva da atenção básica, por si, já embasa a montagem do processo regulatório intrínseco a própria atenção básica, que corresponde fundamentalmente à implantação do agendamento das consultas básicas (clínica, pediatria, gineco-obstetricia) e de outros procedimentos básicos.

O mapeamento dos fluxos e da abrangência das ações básicas é necessário também para a construção de protocolos de acesso à média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar, além de incidir sobre uma importante porta de acesso ao sistema de saúde, por onde é desencadeada uma parte significativa das ações e serviços de saúde.

Potencializar a capacidade resolutiva da atenção básica reduz a demanda para os níveis mais complexos e especializados, viabiliza a adequada hierarquização da rede, e por conseqüência a adoção de fluxos referenciados e mais equânimes, aproximando o processo assistencial da população e da comunidade. Contudo, ainda é necessário se investir em estrutura, em recursos humanos e em protocolos que definam níveis resolutivos e de atenção para as ações básicas.

O conjunto de ações que vai diagnosticar e mapear a situação de saúde da população e as bases cadastrais tem de relevar dois aspectos que iniciam o processo de mapeamento da rede e permitem um estudo associado de necessidade e capacidade instalada.

A comunicação com o paciente é condição para um fluxo regulado e referenciado. Para se erradicar a busca espontânea, assistemática e não-regulada de serviços de saúde, o complexo regulador deve ter uma estrutura qualificada para viabilizar o contato com os pacientes ou deve ter essa estrutura descentralizada para as unidades básicas de saúde, provendo rotinas e capacitação para este fim. Essas ações viabilizam, por exemplo, a gestão adequada das filas de espera.

Se a estrutura de regulação assume o controle das agendas, as pessoas não buscarão os serviços especializados para agendar seu atendimento, essa ação se dará a partir do nível básico e só será efetivada pelo nível secundário quando o paciente já estiver em tratamento na unidade. Para isso, é necessário ter estrutura para informar ao paciente sobre os agendamentos e confirmar seu comparecimento no local, com data e hora marcada.

A rotina da regulação consiste na alocação desses leitos, de acordo com a necessidade de cada paciente, trabalhando as urgências, as prioridades e as internações eletivas, tendo como instrumento fundamental o mapa de leitos, instrumento dinâmico que mostra a situação da ocupação dos leitos em tempo real.

Assim, podemos visualizar o trabalho da regulação e sua efetividade, sendo condicionado à integração com diversas áreas da gestão, atuando de forma efetiva no controle dos leitos e agendas, dos tetos e cotas, no controle da PPI, subsidiando ações de controle, avaliação, auditoria, planejamento e programação, qualificando a informação, agregando o processamento da produção, as autorizações pré e pós-fato, a qualificação das bases e das rotinas cadastrais, incorporando protocolos, integrando a atenção às urgências e qualificando a comunicação com o usuário. Neste sentido ressalta-se a importância de estudos em nível de Pós-Graduação na área da Regulação em instituição de credibilidade.

A Regulação Assistencial desta forma estará viabilizando a real e efetiva hierarquização da rede de serviços de saúde, estará qualificando a gestão e contribuindo para a garantia da integralidade e da equidade da atenção.

Ms. Fabiana Lopes dos Santos

Professora do Instituto Consciência GO

 www.institutoconscienciago.com.br

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Matrículas até 8 de março! Confira excelente artigo indicado pelo Professor Dante Garcia.

Saúde Pública com Ênfase em Gestão de Serviços de Saúde

O curso Saúde Pública e Estratégias de Saúde da Família com Ênfase em Gestão de Serviços de Saúde  está com novo formato.

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A escola diante da nova modalidade de violência “bullying”

A violência na escola é uma realidade que sempre existiu de acordo com RUOTTI apud Charlot 2006 p. 25 historicamente “o problema da violência escolar não é recente”, esse material tem como objetivo auxiliar pais, professores à definir e identificar os principais personagens do fenômeno bullying para uma melhor abordagem, visando aplicação de projetos anti – bullying que  auxiliem na redução da problemática.

É nessa convivência que pode haver conflitos, causada pela diversidade de alunos na escola, é importante lembrar que conflitos não são caracterizados como violência, mas quando mal resolvido pode chegar sim a violência verbal, física, psicológica, sexual e virtual para RUOTTI (2006, p. 125) “aqui, talvez, valesse ressaltar que conflitos nem sempre são sinônimos de violência. Como já vimos, a violência pode ser um dos desdobramentos do conflito, mas não é o único possível”.

A violência está em qualquer lugar com pessoas de qualquer idade,  acontecendo com maior frequência entre os adolescentes, que estão em conflitos internos e externos, causada pelo desenvolvimento biológico e psicológico passando de uma fase imatura para uma mais avançada, acarretando um medo do mundo dos adultos, onde criam barreiras de comunicação com os mesmos, para GRIFFA (2001, p.11)“adolescência vem de adolescencia, que significa período de crescer, de desenvolver – se. Está implícito no significado que é um período conflitivo ou de crise, um processo de mudança”.

A rebeldia dos adolescentes, que os adultos tanto falam, na maioria das vezes são causadas pelo inconformismo do mundo dos adultos e também pelo distanciamento afetivo da família, momento em que o adolescente busca uma independência, GRIFFA (2001, p. 23) “neste período, ocorre um distanciamento afetivo da família, que vai deixando de ser o centro da existência da pessoa. Nas tentativas de se tornar independente dos pais, são frequentes os atos de rebeldia contra eles e contra a autoridade em geral”

O universo bullying é um espetáculo trágico composto por personagens caracterizadas como vítimas, agressores e os espectadores, e é crucial para que sejam detectados. Esse espetáculo do fenômeno bullying é uma via de duas mãos, porque muitas vezes suas vítimas não se recuperam do trauma, e podem complicar ainda mais problemas já existentes, como SILVA 2010, p. 25 “a prática do bullying agrava o problema preexistente, assim como pode abrir quadros graves de transtornos psíquicos e ou comportamentais que, muitas vezes, trazem prejuízos irreversíveis”. As vítimas do fenômeno quando não superam as agressões sofridas tem diversos comportamentos de desconforto como exemplo: sintomas psicossomáticos, transtorno do pânico, fobia escolar, fobia social, transtornos de ansiedade generalizada e outros.

As escolas em geral precisam reconhecer que dentro delas existem atos de violência entre os próprios alunos, como também entre professor e aluno e aluno professor, porque através desse reconhecimento fica mais fácil identificar as personagens do bullying e começar a criar formas de combate, entre os projetos anti – bullying.

Não podemos combater definitivamente o bullying, mas podemos produzir formas, nos sensibilizar como fenômeno, trazendo para dentro da sala temas que valorizam a compreensão, compromisso e respeito ao próximo, tornando a mesma um lugar mais agradável e seguro.

Bartolomeu Pedro da Silva Neto
Psicopedagogo – Técnico

Indicações de Leitura:
SILVA, Ana Beatriz B. – Bullying: mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro, RJ: Objetiva, 2010.
GRIFFA, M. Cristina – Chaves para a Psicologia do desenvolvimento. São Paulo, SP: 2001.
RUOTTI, Caren,– Violência na escola: um guia para pais e professores/ Renato Alves, Viviane de Oliveira Cubas. São Paulo SP: Andhep Impressa Oficial do Estado de São Paulo: 2006.

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Instituto Consciência GO disponibiliza cinco vídeos sobre os cursos de Pós-Graduações na área da Educação.

Quando se procura uma instituição de ensino é preciso sim comparar o que você vai investir, mas também deve ser analisado o conjunto de serviços oferecidos: se os professores tem formação  e experiência profissional na sua área de atuação, se o material didático é disponibilizado ao aluno, meios eletrônicos como internet, mídias sociais, enfim é um conjunto de ações que devemos tomar para não nos arrependermos depois. Aliado a tudo isso é importante também observar a transparência dos serviços prestados pela instituição, o sistema de notas e acompanhamentos financeiros e de documentação.

Por isso, faça uma Pós-Graduação de excelência para enriquecer o seu currículo, ganhar mais destaque no competitivo mercado de trabalho e  implementar a sua carreira!


SEGUNDA

06/02

TERÇA

07/02

QUARTA

08/02

QUINTA

09/02

SÁBADO

04/02

SÁBADO

11/02

SAÚDE
18:30 às 22 h

18:30 às 22 h

18:30 às 22 h

SAÚDE
18:30 às 22 h

ALTERNADOS
8 às 17 h

ALTERNADOS
8 às 17 h

ENFERMAGEM DO TRABALHO
Veteranos
NEUROPEDAGOGIA

Para quem já tem pós – 8 meses
1º pós  - 13 meses
Nova turma

PSICOPEDAGOGIA

Veteranos

REGULAÇÃO EM SISTEMA DE SAÚDE

Nova turma

 

ED. ESPECIAL : AEE
8 MESES

Veteranos
Nova turma

 

PSICOPEDAGOGIA

Veteranos
Nova turma

ENFERMAGEM DO TRABALHO

Nova turma

PSICOPEDAGOGIA

Nova turma

EDUCAÇÃO INFANTIL E ALFABETIZAÇÃO

Veteranos
Nova turma

 

SAÚDE PÚBLICA E ESTRATÉGIA EM SAÚDE DA FAMÍLIA

Nova turma

ESPECÍFICA DE REDAÇÃO

 

LIBRAS
8 MESES

Nova turma
pré requisito libras I e II

 

 

Assista VÍDEOS RELEASES SOBRE PÓS-GRADUAÇÕES para 2012 http://www.youtube.com/icgcomunica

Matrículas abertas nas áreas de Saúde e Educação. Confira, pesquise e escolha com consciência!

(62)3224-7241/3224-8931/8538-3828.
Rua 96 número 57 Setor Sul. Próximo a Catedral.

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O novo slide das Pós-Graduações 2012 já está pronto e disponível para download!

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Boas Festas!!

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IMPLICAÇÕES DA INCLUSÃO NO PROCESSO PEDAGÓGICO. Saiba mais…

A Educação Especial tem sido motivo de críticas, discussões e avanços, em especial nas duas últimas décadas.

A formação é essencial para os avanços individuais e coletivos.

O Instituto Consciência GO oferece a Pós-Graduação de Educação Especial na Perspectiva do AEE, em oito meses. 720h.

Aprofunde seus conhecimentos sobre o assunto acesse a revista da UFG e leia o artigo IMPLICAÇÕES DA INCLUSÃO NO PROCESSO PEDAGÓGICO, de Luciana Pacheco Marques – Doutora em Educação pela Unicamp e professora da Universidade Federal de Juiz de Fora.

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Respeito à diversidade na escola comum: direito do aluno e dever da escola

Sou educadora, ou melhor, me faço educadora no processo de ir e vir constante da (re) construção do conhecimento, desde os dezessete anos. Nesta caminhada de muitas inquietudes e que tem sido alimentada de tantas esperanças, vê-se a escola comum ser desafiada a tornar-se um espaço de construção coletiva; onde os conhecimentos não são transmitidos, mas construídos/reconstruídos; onde as situações de aprendizagem  têm significado para os envolvidos; onde não há prova baseada na memorização, mas há um compromisso formal e político com a aprendizagem dos alunos. Nessa escola,  “a  escola do desejo” não há evasão e todos são comparados progressivamente consigo mesmo.

 

Esta escola em processo de construção, a partir da década de 1990, deveria também, ser capaz de acolher a todos e todas independente das suas diferenças dentro da chamada escola inclusiva, que tem como grande desafio: acolher e responder as necessidades de aprendizagem dos alunos com necessidades  educacionais especiais: conduta típica, síndromes, deficiências  físicas, intelectuais, visuais, múltiplas e superdotados.

 

Nas duas últimas décadas do século XX a tendência das políticas sociais foi a de fomentar a lutar contra a exclusão. Neste contexto, a inserção da educação teve e tem grande relevância. Em 1994, na Conferência Mundial sobre necessidades educativas Especiais: acesso e qualidade foram aprovados a Declaração de Salamanca, que reflete o consenso mundial sobre os futuros rumos dos serviços educativos especiais, ratificando a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), do direito à escola para todos, com igualdade de oportunidades para as pessoas com deficiência.

Este movimento de inclusão social, tendo como mediador a inclusão de todos na escola, vem ao longo dos anos, dando novos rumos às expectativas educacionais dos indivíduos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, uma vez que tem buscado, desde a década de noventa, incluir todos os alunos, sem distinção de condições linguísticas, sensoriais, cognitivas, físicas, emocionais, étnicas e socioeconômicas, na rede regular de ensino.

Tal inclusão, para ser realizada, necessita de transformações no sistema educacional como um todo, de recursos humanos capacitados e de atendimento especializado de forma a garantir, para além da inclusão, a permanência com qualidade e o sucesso de todos os educandos.

Diante desse fato, fica claro que a Educação Especial deveria realizar-se transversalmente, em todos os níveis de ensino – educação infantil, ensino médio, educação superior, – nas instituições escolares, cujo projeto, organização, prática pedagógica devem respeitar a diversidade do aluno e exigir diferenciação nos atos pedagógicos que contemplem as necessidades educacionais de todos.

Diante de todos esses fatos, fica evidente a necessidade e a pertinência de um Curso de Especialização Lato Sensu em EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DO AEE/ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO.

Tal Curso subsidiará diferentes profissionais da saúde e da educação, em especial, quanto à organização, planejamento e atuação na Educação Especial, mais especificamente na oferta do Atendimento Educacional Especializado, compatibilizando tais ações com avanços nos campos das Ciências e Tecnologia.

O Instituto Consciência GO (ICG), instituição de ensino goiana, fundada no final do ano de 2008, oferece este projeto dentre seus mais de vinte ofertas de cursos lato sensu. Visite o site www.institutoconscienciago.com.br

No ICG a educação é compreendida como uma prática social que não dissocia o ensino da aprendizagem, levando o aluno a saber pensar, criar, inovar, construir conhecimentos.

Professora Ms. Sandra Isabel Chaves

Diretora do ICG

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