O presente artigo discute a questão da inclusão de alunos com necessidades especiais na rede regular de ensino em escolas de Goiânia e Aparecida, bem como seu contraponto: a exclusão desses estudantes. O argumento central é que o respeito às diferenças é de suma importância, mas não o suficiente.
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Inclusão de Alunos(as) com Necessidades Especiais
Aproveite e boa leitura!
18 setembro 2011 às 17:22
Professora Sandra, ao ler seu artigo percebi que o respeito às diferenças é importante, mas a valorização das mesmas é algo fundamental. Concordo plenamente quando você fala que as escolas deveriam ser capazes de acolher a todos e a todas, independente de suas diferenças, mas acredito que ainda não conquistamos tal façanha mesmo com tantas leis hoje estabelecidas. Realmente todas as diferenças são normais e a aprendizagem deve ajustar-se às necessidades de cada um, mas são poucos os que buscam valorizar as potencialidades de cada ser. Sei que estamos caminhando neste processo de inclusão, mesmo que a passos pequenos, e é nosso dever como educadores valorizar esse processo e dar o melhor de nós. Assim, concordo coma a definição de Mantoan(2005, p.24) que diz que inclusão “é a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com as pessoas diferentes de nós”.
19 setembro 2011 às 11:25
É notório que há necessidade de inclusão, não somente de pessoas portadoras de necessidades especiais, como também daqueles que são intitulados “diferentes”, por grande parte da sociedade.
Como citado no artigo, houve nas últimas décadas um grande investimento,com foco na inclusão destas pessoas.
Detendo-se nos portadores de necessidade especiais, o que se vê é a tentativa de se resgatar valores humanos perdidos no passado, quando estas, eram excluidas da educação regular privando-as do convivio com pessoas não portadoras de necessidades especiais. Porém a falta de investimentos em infra-estrutura e de capacitação profissional tem barrado este avanço educacional.
Quero destacar que: A inclusão educacional é importante no resgate dos valores humanos e na formação de pessoas capazes de respeitar as diferenças, reconhecer límites e aprender com a superação de seus semelhantes, atribuindo ao convivio escolar nao somente a formação didática, mas a construção do caráter do indivíduo.
Parabés pelo artigo!
Beijos….
19 setembro 2011 às 14:46
Boa tarde profª Sandra, posso acrescentar diante de tantos comentários importantes, a minha satisfação acerca desse artigo, pois este é capaz de inovar muitas concepções no ambito pedagogico acerca da inclusao dos alunos com necessidades especiais na rede regular.
Posto que, é possivel destacar que a trajetória escolar desses alunos nao deve ser comparada há um processo desarticulado e sem significado, pelo contrario, deve-se acreditar e apostar em novas alternativas e práticas de ensino que favoreçam a todos, alem de contribuir para um caminho desafiador ao professor, valorizando suas capacidades; é preciso garantir um processo pedagogico eficaz e especializado, que possa fazer a diferença no ensino regular.
Esse artigo nos impulciona a refletir e abrir nossos olhos diante de uma realidade transformadora,que exige respeito às diferenças.
19 setembro 2011 às 16:33
Pós-Graduação em Educação Infantil e Alfabetização
Aluna: Vivianne Rodrigues de Oliveira
Quando pensamos em inclusão, também pensamos em seu antônimo: exclusão. A diferença é saudável e faz parte da vida. Ninguém é perfeito, mas também ninguém é totalmente imperfeito. No ambiente escolar, as crianças podem ser orientadas para esta visão e postura ante a vida, a fim de se tornarem adultos tolerantes e flexíveis, tanto com os outros como consigo mesma. A inclusão social, portanto, é um processo que contribui para a construção de um novo tipo de sociedade através de transformações, pequenas e grandes, nos ambientes físicos (espaços interno e externo, equipamentos, aparelho e utensílio, mobiliários e meios de transporte) e na mentalidade de todas as pessoas. As inovações que ocorrerão daqui para frente diz respeito à escola, ao aluno especial, à família, ao professor e a todas as pessoas que fazem parte deste processo. Por isso, muito já se discutiu e muito há o que discutir, pois a sociedade, de certa forma, custa a perceber as mudanças que estão ocorrendo e a processá-las em sua prática social. Se aprofundarmos o assunto existe muita coisa a ser falada e providências a serem tomadas.
19 setembro 2011 às 16:36
Pós-Graduação em Educação Infantil e Alfabetização
Aluna: Danusa Gomes dos Santos
O paradigma da inclusão vem ao longo dos anos, buscando a não exclusão escolar e propondo ações que garantam o acesso e permanência do aluno com deficiência no ensino regular. No entanto, o paradigma da segregação é forte e enraizado nas escolas e com todas as dificuldades e desafios a enfrentar, acabam por reforçar o desejo de mantê-los em espaços especializados.
Uma escola pode ser considerada inclusiva, quando não faz distinção entre seres humanos, não seleciona ou diferencia com base em julgamentos de valores como “perfeitos e não perfeitos”, “normais e anormais”.
O avanço do paradigma da Educação Inclusiva tem trazido grandes desafios à
Educação é importante ressaltar que a noção de uma escola inclusiva tem uma dimensão que vai além da inserção dos portadores de deficiências, pois esses não são os únicos excluídos do processo educacional. Nosso sistema regular de ensino tem se mostrado incapaz de lidar com o número cada vez maior de alunos que devido a problemas sociais, culturais, psicológicos e/ou de aprendizagem fracassam na escola.
19 setembro 2011 às 18:56
Professora Sandra, parabéns pelo artigo. Lendo pude refletir muito sobre minha prática como educadora e pensar no verdadeiro sentido de se trabalhar a inclusão. Antes acreditava que um aluno especial devia ser tratado de forma especial, desta maneira estaria fazendo minha parte. Hoje percebo que isso é um grande erro! Esse aluno precisa ser recebido como qualquer outro aluno, para que haja troca,crescimento mútuo e valorização das diferenças. Agradeço por ter tido o privilégio de ser sua aluna, pois graças ao seu excelente trabalho hoje estou aprendedo a trabalhar de forma inclusiva.
19 setembro 2011 às 19:37
Olá Professora Sandra!
Fiquei encantada com o artigo e pelas palavras. Este artigo busca refletir sobre a Educação inclusiva no contexto da Modernidade e problematiza a Educação chamada Inclusiva. O cenário do mundo atual denota um movimento em direção a um sentido de inclusão social e o sujeito com deficiência passa a dividir a cena com os sujeitos sem deficiência, coabitando os diversos espaços sociais, onde conceitos e práticas assumem cada vez mais um caráter efêmero e de possibilidades múltiplas. Nós, enquanto Educadores temos que assumir e trabalhar para ver resultados pautados no artigo que foi bem descrito pela profissional tão competente quanto a nossa querida professora Sandra. Parabéns!
abraços,
Professora Lucineia.
19 setembro 2011 às 19:52
ola professora Sandra gostaria primeiramente de parabeniza-la pelo artigo excelente trabalho, eu que sou sua aluna da pós em educação infantil pude aprender nestes 4 encontros o quanto é importante a inclusão, nem todos os professores estão preparados para esta missão e támbem nem todas as escolas estão definitivamente prontas para esta tarefa que é tão especial as escolas e os professores precisam estar preparados para romper este paradigma de exclusão de alunos com necessidades especiais ainda que sem os recursos necessários temos que levar o conhecimento a estes alunos e principalmente faz-elos sentir se incluídos tanto na aprendizagem quanto na sociedade no meio em que estão inseridos.
19 setembro 2011 às 20:00
Adorei o artigo. Ele discute os pequenos avanços, ano após ano da grande luta da inclusão. A professora Sandra inicia o seu artigo dizendo que para haver a inclusão é porque há a exclusão. É uma luta antiga, historicamente, o atendimento educacional a crianças com deficiência era realizado apenas em escolas especiais, fato que trouxe consequências negativas e segregacionistas, pois se imaginava que elas eram incapazes de conviver com crianças sem deficiência. Hoje, com a política de inclusão, a educação infantil é a porta de ingresso ao sistema educacional para boa parte das crianças, devendo o atendimento educacional especializado ser ofertado na própria creche ou pré-escola em que a criança está matriculada.
Concordo com a professora Sandra que o professor é a peça-chave na implantação da educação inclusiva e precisa ter uma melhor formação, em um processo contínuo e permanente. Essa formação não ocorre meramente por meio de cursos de graduação, de pós-graduação ou de aperfeiçoamento, mas com formação continuada, com cursos de curta e média duração. Acredito ser o caminho para garantir a aquisição de competências relevantes para atuar junto a essas crianças.
19 setembro 2011 às 22:52
Professora Sandra,
Seu artigo vem afirmar a realidade atual apresentada: Para que a inclusão seja uma realidade, será necessário rever uma série de barreiras, além da política e práticas pedagógicas e dos processos de avaliação. É necessário conhecer o desenvolvimento humano e suas relações com o processo de ensino aprendizagem, levando em conta como se dá este processo para cada aluno, envolvendo toda comunidade escolar.
É preciso refletir sobre o fato de que, na tentativa de inclusão, muitas vezes, se coloca todos os alunos numa mesma categoria de aprendizagem, generalizando o processo, em detrimento das necessidades educacionais especiais de cada indivíduo. Portanto incluí-los não significa igualá-los, mas dar a eles o direito de ter ingresso e permanência no ensino regular para uma educação com qualidade, atendendo suas necessidades, desafiando suas possibilidades e desenvolvendo suas potencialidades.
O desafio é enorme, mas é essencial compreender que “não existem pessoas melhores ou piores, mais inteligentes ou destituídas de cognição. Sabe-se que a perfeição, simplesmente, não existe. Existem pessoas diferentes. Somente diferentes.”
Agradeço pelos momentos de reflexão e aprendizado que nos proporcionou.Abraço.
19 setembro 2011 às 23:10
Professora Sandra, parabéns pelo excelente artigo, que nos faz perceber a inclusão como riqueza da diversidade, sendo parte da natureza humana. É uma pena que em nosso país a mesma vem acontecendo de forma tão lenta. A construção de uma escola inclusiva é um projeto coletivo, que passa por uma série de reformulações como um todo, e de todos os seus envolvidos. Precisamos abraçar essa causa e reconhecer que uma inclusão verdadeira depende da força de vontade de cada um. Obrigado por fazer parte desta construção em minha vida como educadora! Abraços!
19 setembro 2011 às 23:38
O Ensino Brasileiro está sendo pensado na direção de novos rumos, no sentido de melhorar a qualidade da Educação, promovendo reflexões e transformações profundas, como a inclusão que, por enquanto, anda devagar, pois existem muitas adaptações a serem feitas, tanto no setor físico e estrutural como na dimensão humana dos objetivos traçados.
Lê-se muito, pensa-se bastante e discute-se ainda mais a respeito dos melhores meios de promover a inclusão nas escolas. Como num ato de mágica, o professor-educador tem em suas mãos a tarefa de adaptar os métodos pedagógicos usados em sala de aula, além de fortalecer as próprias emoções, com o fim de demonstrar prontidão para estar sempre à disposição de uma variedade de necessidades manifestadas pelos alunos, o que inclui a capacitação instrumental e psicológica que abranja as várias gamas de deficiências que vão se apresentando no processo de assimilação do conhecimento. A inclusão nada mais é do que educar com a alma, com o coração. Interpretar o silêncio, analisar o sorriso, valorizar a lágrima e entender as limitações que percorrem o caminho de qualquer pessoa que insiste em tentar, em prosseguir.
20 setembro 2011 às 10:36
Pós-Graduação em Educação Infantil e Alfabetização
Aluna: Ana Flávia de Souza Ferreira Áraujo
Em nossa condição humana, é e sempre seremos seres diferentes. Dignidade é sinônimo de uma educação que leva em conta diferenças, desejos, reações, necessidades individuais sem impedimento de qualquer ordem (social, cultural, étnica, religiosa, física). Somos especiais e diferentes. Em seu artigo você argumenta a importância do respeito às diferenças.
Respeitar e valorizar as diferenças não significa aderir aos valores do outro, mas respeitá-los como expressão da diversidade, significa ter flexibilidade para aceitar comportamentos e escolhas diferentes das suas
Concluímos que para o processo de inclusão escolar é preciso que haja uma transformação no sistema de ensino que vem beneficiar toda e qualquer pessoa, levando em conta a especificidade do sujeito e não mais as suas deficiências e limitações.
20 setembro 2011 às 19:06
O Sistema Educacional brasileiro, tem crescido muito com relação a inclusão.. Pois tanto as escolas quanto os educadores tem buscado se profissionalizar e se preparar para este desafio e vem garantido a inclusão não só na educação mas tam´bem na vida social e tendo atendimento especializado, lembrando que as escolas que investe nessa inclusão são as escolas públicas.
20 setembro 2011 às 21:26
Pensar a Educação Inclusiva significa abordar diversas teorias compreendendo as diferenças da nossa sociedade. A Educação Especial vem, diretamente ligada as necessidades educacionais especiais, e estas constituem-se de três pontos centrais da nossa discussão: a deficiência, as altas habilidades e os transtornos globais de desenvolvimento. O que mais buscamos é que as crianças que possuem necessidades educacionais especiais sejam tratadas como qualquer criança, respeitando as diferenças, valorizando as relações e interações com o outro, mediando às atividades necessárias para o bom desenvolvimento motor, psíquico e físico da criança.
Portanto, acredito que diante de tantas novas descobertas é preciso que nos “reciclamos” e passamos de meros espectadores a novos descobridores e mediadores. Pois é relevante ressaltarmos as contribuições de Vygotsky que são importantíssimas no que diz respeito à interação social da criança com o outro, com o meio social e com a cultura, uma vez que estas na mais são que instâncias mediadoras junto à criança.
20 setembro 2011 às 21:31
O artigo é muito rico em conteúdo a respeito da inclusão, durante a leitura foi possível compreender melhor vários aspectos a respeito do tema. Uma das partes que fala sobre a inclusão, de acordo com Mantoan (2005, p.24),
A inclusão é a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo. Costumo dizer que estar junto é se aglomerar no cinema, no ônibus e até na sala de aula com pessoas que não conhecemos. Já inclusão é estar com, interagir com o outro”.
Foi de grande importância para o meu crescimento, pois, hoje por consciência ganhei um aluno especial chamado Kaique, muito carinhoso e risonho, ele passou por problemas durante o parto e por isso ficou com sequelas, ele não anda, não fala, mas se comunica com gestos, adora brincar com brinquedos e ficar no meio das outras crianças que por sinal o recebeu com todo carinho. Fico feliz com esse desafio, pois acredito que posso crescer muito convivendo com o Kaique.
29 setembro 2011 às 21:25
A inclusão ganhou reforços com a lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996 e com a convenção de Guatemala de 2001, elas proíbem qualquer modo de diferenciação, exclusão ou de restrição baseadas nas deficiências das pessoas. Mas se essa política de inclusão educacional traz avanços, também lança novos desafios para as instituições, professores e sociedade que muitas vezes não se sentem preparados e capazes de lidar com essa questão.Estudos comprovam que a inclusão é extremamente favorável à eliminação de posturas excludentes, pois a partir da convivência na heterogeneidade as crianças aprendem a não discriminar. Fico feliz em perceber que existem pessoas preocupadas em levar o conhecimento acerca do tema e provocar reflexões afim de promover mudanças na sociedade. Afinal, incluir é acreditar que todos tem o direito de participar ativamente e exercer seus direitos de cidadão.
26 outubro 2011 às 21:49
Acho sempre muito bom ler assuntos referentes a educação inclusiva e suas implicações na sociedade, porque muito antes das leis, que efetivam a educação inclusiva, trazemos em nossa bagagem nossa cultura,bem, quero dizer, que culturalmente falando e historicamente justificando… não tivemos em nossa infancia (algumas décadas atras oportunidade de convivermos, de fazer parte do universo de contemplações das diferenças, portanto, acredito que seja até um processo natural tamanha resistência, o que na verdade não justifica muitos comportamentos que enxergamos em muitos ambientes escolares.Nesse momento histórico temos chances de mudar essa história, assim como vem acontecendo, cada vez temos visto mais e mais sucesso de escolas e pessoas que se comprometram em fazer a diferença nesta história.